EXPECTATIVAS PARA O SETOR ENERGÉTICO - BRASIL

Conforme os planos do governo, 2019/2022 ainda serão momentos de  parcerias e aquisições de empresas no setor elétrico, conforme se destacou no ano passado entre a ELETROPAULO e ENEL, estas negociações deverão continuar intensas nos proximos anos  a fim de suprir o déficit energético. Outros motivos também seriam os grandes investimentos de petroleiras e grandes empresas consumidoras de energia.

Será uma situação de fusões e aquisições no setor elétrico que continuará aquecida para os próximos anos ,conforme  afirmam os envolvidos no setor que irão cuidar dessas negociações.

É um processo que anda de forma bastante intensa. É um setor que está crescendo e vai continuar crescendo.

A principal operação registrada foi aquisição do controle da Eletropaulo, maior distribuidora do país, pela multinacional Enel.

Está se falando muito no investimento principalmente das grandes  mineradoras, com investimentos em projetos de geração de energia renovável. 

Há uma discussão global de transição de uma matriz energética baseada em carbono para uma matriz mais renovável. Só este aspecto já traz uma atratividade para o setor elétrico sem causar danos ambientais.

Além dos movimentos já observados, se destacam ainda privatizações de estatais elétricas. Neste caso as termoelétricas deixariam de ser a segunda opção de distribuição devido ao seu alto custo no processo e impacto ambiental.

Com relação ás nucleares, como Angra 3 , cinco empresas já demonstraram interesse em concluir a obra , a conclusão desta visa baratear o custo da energia na região sudeste , porém a viabilidade do projeto está sendo analisado e a idéia é que a obra seja concluída em 2026.

Porem no caso de Angra 3 não existe previsões de parcerias no caso de distribuição de energia. Além disso, explica o Ministro que sendo a sétima reserva de urânio no mundo, por que não aproveitá-la  uma vez que a energia nuclear acaba sendo mais eficiente que a hidráulica ,

Cerca de 42% da produção da matriz energética brasileira é proveniente de fontes renováveis de energia, como uso de biomassa, etanol, recursos hídricos, energia solar e energia eólica. Sendo assim, a matriz energética brasileira é mais renovável que a matriz mundial, que se baseia, principalmente, no uso de combustíveis fósseis para produção de energia. Dessa forma, pode-se dizer que, se comparado aos outros países, o Brasil emite menos gases de efeito estufa.

Existem, hoje, no Brasil, 536 usinas eólicas, nas quais funcionam cerca de 6,6 mil cataventos, número que coloca o Brasil como líder na América Latina nesse tipo de produção de energia. Contudo, a principal fonte de energia do Brasil ainda é proveniente das usinas hidrelétricas, que representam, aproximadamente, 64% do potencial elétrico do país. A produção de energia proveniente do uso de biomassa corresponde a cerca de 9,2% da matriz energética brasileira, já a eólica representa em torno de 8,5% da matriz.

Com tudo isso o setor energético espera  por grandes novidades nos próximos anos !